sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Dramas de uma mãe


O Rafael tem tanta roupa gira que, se calhar, nunca vai usar. Ele cresce a olhos vistos, eu herdei muita coisa mas ainda me pus a comprar montanhas de roupa... E agora é uma tristeza ter de arrumar roupa com o qual o vi apenas uma vez. Se não arrumar essa, não usarei a roupa do tamanho seguinte e por aí em diante...

26 comentários:

  1. E assim mesmo, mas quando tiveres o próximo vais ter montes de roupa gira e nova :p

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  2. Vou tentar lembrar-me disso quando tiver um pequenino! :)
    Porque realmente eles crescem muito rápido e é uma pena investir dinheiro em roupinha para usar uma vez só.

    A Marta

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  3. Entendo isso tão bem! Mesmo sem roupa herdada...

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  4. Lol...é mesmo assim... as mães de 1ª viagem por mais alertadas para esse facto, têm sempre demasiadas roupas para os bebés... Vivendo e aprendendo... num 2º filho já não cais nessa! :)

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  5. Pois...é uma chatice... Been there, done that :s
    Por sorte contive-me a comprar muita coisa quando ela era dessa idade. Daqui a uns tempos o crescimento já é mais lento (ainda que rápido) e já te podes desforrar a comprar coisas maravilhosas.

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  6. Com a minha filhota foi igual.
    Tenho lá imensa roupa que ela nunca chegou a usar, se um dia vier por aí outra menina já tem enxoval novo :)

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  7. Dá imensa pena, mas por outro lado ficamos super felizes por vê-los crescer *

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  8. Imagino. :) A Mini-Tété teve muito menos roupa que o Rafael e isso também aconteceu, por isso com um guarda-roupa tão grande é mais fácil acontecer. :) Fica para o próximo. :)

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  9. Não foi falta de aviso, aqui toda a gente dizia para não comprares tanto, mas como sempre achavas que tu é que sabes.
    Agora dá a uma instituição.

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    1. Bosta de comentário

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    2. Coisas que a maternidade já me ensinou: a dar cada vez menos importância aos idiotas anónimos cá do blogue. :)

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    3. O comentário é infeliz,mas tem uma certa coerência, se não aceitou os conselhos porque se queixa agora?Com tanta criança sem nada,tanta ostentacao!!

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    4. Ostentação? Ai por Deus. :D

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    5. conselhos nada mais são do que opiniões alheias,a última decisão cabe a cada um, se a sónia decidiu comprar foi escolha dela, se ela se sente triste por não poder gastar tudo está no direito dela... ninguém obriga ninguém a fumar por exemplo, mas há muita gente que se queixa e arrepende de ter fumado. são escolhas (e cá entre nós, qual é a mae que do primeiro filho/a não quer comprar tudo, ver tudo e fazer tudo "como manda a lei"?

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  10. Guarda que um dia pode vir a ser útil ao "mano" do Rafael. :)

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  11. É bom sinal.
    Daqui a dois anos "encomendas" outro menino para romper as roupas.
    Foi o que eu fiz. :D
    O meu mais novo (6 meses) já anda a "romper" peças que o mais velho mal vestiu, mas outras nem lhe vai tocar.
    Fica para o próximo.
    SM

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  12. Só podes ser parva(o). Credo tanto ódio! Não gostas vai embora!!!

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  13. a passar por cá para desejar bom fim de semana!

    Isabel Sá
    Brilhos da Moda

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  14. A primeira coisa que apetece comentar é "que stress!" porque deve ser difícil de escolher, mas tenho a certeza que é um processo natural e com que toda a gente se identifica... É ter calma e ir aprendendo com cada fase. Com aquele bocadinho de frustração porque cada roupa deve ser mais fofinha que a do lado, mas tudo se faz :) beijinhos e bom fim de semana!

    http://trendylisbon.com/

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  15. 2 filhos e tal e qual o mesmo cenário nos dois. Duas hipóteses que eu usei... guardar para o segundo filho ou dar a amigas (do mais velho dei tudo, agora ando a rezar para alguma ter uma menina para despachar as coisas de menina). Caso não haja amigas uma instituição agradece :)

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  16. Yep. Sei como é. Acho que é comum a todas as mães :P

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  17. pois é...qdo nasceu a filha da minha sobrinha não sabia que lhe havia de dar. Se comprava roupa pensava: para quê? Já tem tanta e nem vai usar. Se pensava num brinquedo voltava o mesmo pensamento: para quê se já tem tantos e nem vai olhar para eles. E assim me acontece quando a garota faz anos e chega o natal. Ela já tem tanto que tudo que penso dar-lhe me parece um desperdício. Parece forretíce minha, mas não é, de todo.

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