quarta-feira, 19 de abril de 2017

Desde que a minha liberdade não interfira com a tua...


A menina de 17 anos que morreu esta madrugada em consequência de uma pneumonia bilateral, complicação respiratória provocada pelo sarampo, não estava vacinada. Alguns jornais dizem que não estava vacinada porque tinha feito reacção alérgica a outra vacina... Mas o "Expresso" avança que a jovem também não tinha outras vacinas do Plano Nacional de Vacinação por opção familiar, já que a sua mãe seria antivacinas.

Eu sou uma pessoa relaxada. Acho que cada pai sabe de si e Deus sabe de todos. Gosto até da nova campanha da Dove, com produtos de bebé, e que diz algo do género "A melhor maneira de educar é a sua".

Existem 1001 teorias sobre tudo e mais alguma coisa. Existem os defensores da chucha e os que quase querem queimar as chuchas na fogueira. Os que defendem banho diário e os que dizem que o banho do bebé é duas vezes por semana. Os que só usam compressa tecido não tecido para limpar o rabiosque e os que optam por toalhitas.

São tudo opções. Na maioria das vezes, opções válidas, que não prejudicam o bebé. Apenas opções. Se alguém quer usar roupa com renda e com golinhas, isso é tão válido como usar apenas algodão. Se alguém prefere pôr o bebé no quartinho aos 6/12 meses, está no seu direito, mesmo sabendo que outros pais retiram a criança do quarto do casal apenas quando esta entra na escola primária. 

Não vale a pena tentar "enfiar" ideias na cabeça (e principalmente no coração) dos outros. Cada casal é um casal. Cada pai é um pai. Todos fazem aquilo que julgam ser o melhor para os seus filhos e não merecem ser julgados por isso (a não ser em casos extremos, claro).

Agora os anti-vacinas? Bom... A minha liberdade acaba quando invade a liberdade dos outros. Embora consiga perceber que, num mundo ideal, não precisaríamos das vacinas para nada, a verdade é que o mundo é negro, sujo, com doenças. E a verdade é que o facto de uma minoria tomar a decisão de não vacinar os filhos acaba por afectar - e muito - todos os outros. E a partir do momento em que os outros são colocados em risco, não podemos simplesmente "aceitar". 

Já se admite a possibilidade de as escolas poderem rejeitar crianças não vacinadas e eu concordo plenamente. Uma criança iria prejudicar todas as outras crianças por causa de uma decisão tomada por um único casal de pais. Uma opção pessoal não pode nunca impor-se à saúde pública. 

Lamento profundamente a morte desta jovem e só espero que a sua partida ajude a "abrir os olhos" aos que acham que as vacinas não fazem falta nenhuma.

45 comentários:

  1. Concordo plenamente contigo. Julgo que não podes entrar numa escola sem ter as vacinas atualizadas. Na creche das minhas filhas é obrigatório ter as vacinas em dia e levar uma declaração médica a indicar que as crianças se encontram aptas e saudáveis para entrar na creche.
    Faz-me todo o sentido que assim seja, porque não podes mesmo colocar os outros em risco com as tuas opções.
    Lamento muito toda esta situação e a dor daquela família. :(

    ResponderEliminar
  2. Acho que é ridículo. Toda esta situação é ridícula! As crianças têm de ser vacinadas. Ponto.


    TheNotSoGirlyGirl // Instagram // Facebook

    ResponderEliminar
  3. Concordo totalmente. Opções podem os pais ter em quase tudo na vida dos filhos, desde o tipo de fraldas que usam à escola que vão frequentar. Neste assunto, não acredito que devam existir opções sob pena de colocarem em risco todos os outros que têm a opção diferente. As vacinas do PNV deveriam ser obrigatórias mesmo, com penalização para os pais que optem diferente. Não sei se é generalizado, mas sempre exigiram o boletim de vacinas atualizado do meu filho para a matrícula, desde a pré-primária. Lamento imenso esta situação, com a morte de menina. Se realmente foi um aopção dos pais, serão eles a viver com esta escolha.
    Conceição Gomes

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Exigem o boletim mas nunca nenhuma criança foi proibida de ficar inscrita ou de frequentar as aulas por faltas de vacinas. Isto é que está mal.

      Eliminar
    2. Também sempre apresentei o boletim, mas pelo que sei as escolas não podem rejeitar alunos por falta de vacinas. :)

      Eliminar
  4. Concordo totalmente contigo. Não tenho a certeza, mas creio que nas escolas públicas sempre existiu a obrigatoriedade de ter as vacinas em dia (eu sou do tempo em que uma vez por ano ia uma enfermeira à escola dar as vacinas a quem as tivesse em falta), mas nas escolas privadas a conversa é outra. Gosta-se de dar liberdade individual, decisão própria, blá blá whiskas saquetas, e como os pais pagam é mais difícil contrariar, interessa mais o dinheiro em caixa!
    Mas como dizes, e como cedo aprendi com um professor de português aos 10 anos, a nossa liberdade termina onde começa a do próximo e esta "gente" tem de perceber que não estão a escolher ou decidir só para si, mas para todos os que os rodeiam - e isso não só é irresponsável, como de um profundo egoísmo.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Mesmo nas publicas, ainda hoje no telejornal, referiram que apesar de pedirem o boletim não há problema nenhum para quem não as tem em dia.

      Eliminar
    2. Mas penso que há uns anos - uma década, vá - não era assim.

      Eliminar
    3. Joana não sei quantos anos tem - eu tenho 37 - e lembro-me perfeitamente de irem dar as vacinas à escola primária e da obrigatoriedade de ter o boletim actualizado, pois uma colega que não o tinha teve de ir ao CS levar a(s) vacina(s)que tinha em falta (e isto já andávamos no 8º ou 9ºano)para depois então efectuar a matrícula;
      È tanta modernice para umas coisas e para outras parece que retrocedemos!

      Eliminar
  5. Não podia ter dito melhor. Concordo 100% com o que dizes. Lamento muito o que aconteceu :( imagino a dor insuportável que a família está a sentir. Mas também espero que seja um abre olhos para muita gente.

    ResponderEliminar
  6. O problema de as vacinas serem obrigatórias, pelo que li nestes dias, é que, onde se tentou, o tiro saiu pela culatra, com maior adesão ainda à causa anti-vacinas e, por outro lado, os mais desfavorecidos socialmente, com menos opções, dinheiro, etc., foram os prejudicados, sofrendo penalizações, o que não é nada justo. Creio que, para já, o melhor caminho é informar, informar, informar. Combater a pseudo-ciência e as ideias de que as vacinas são prejudiciais ou desnecessárias. Todos (pronto, quase, quase, quase todos) os pais querem o melhor para os filhos. Pode ser que este caso sirva, como dizes, como um choque de realidade.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Mas o argumento dos desfavorecidos nem faz sentido aqui, as vacinas no PNV são gratuitas, para ricos ou pobres.

      Eliminar
    2. Portugal não é os EUA onde se paga tudo. As vacinas do PNV são gratuitas. Aliás tendo em conta que as más condições habitacionais, de saúde, alimentação e higiene são potenciadoras de mais doenças (como a difteria, por exemplo) se calhar ainda faz mais sentido ser obrigatório para todos. Até porque são os mais ignorantes quanto à vacinação, quer tenham estudos ou não, aqueles que mais facilmente são anti-vacinação. Ainda não conheci ninguém ligado à área da saúde que tivesse essa posição. Nem 1.

      Eliminar
    3. Não era nesse sentido, anónimo, não fui clara. As vacinas são gratuitas mas uma das penalizações que instituíram foi o corte de subsídios. Ora, quem recebe mais subsídios são os mais desfavorecidos, daí o problema. No entanto, aqui em Portugal não me parece que os pais anti vacinas sejam pobres.

      Eliminar
    4. Os anti vacinas muito, mas muito dificilmente sao pobres, isto e claro como o dia.

      Eliminar
    5. Continuo sem perceber. Em que é que o corte de subsídios afetou a vacinação ou a falta dela?

      Eliminar
  7. Tenho imensa pena desta familia, não quero sequer imaginar a dor que sentem e o sofrimento pelo qual estão a passar.
    Espero mesmo que este seja um exemplo para todos os pais que são anti-vacinas. Pensem bem antes de recusarem vacinar os vossos filhos. Com a saúde não se brinca.

    ResponderEliminar
  8. S* em relação às vacinas concordo contigo mas ao ler este post
    https://www.facebook.com/profile.php? id=1085430783&fref=nf&pnref=story

    fiquei com uma opinião diferente.

    Estes pais se calhar não são anti vacinas mas com o susto que apanharam decidiram não vacinar mais. Se não houvessem os tais pais anti vacinas, provavelmente esta criança estaria em segurança, se o grupo estiver vacinado, a criança que não está acaba por estar protegida.

    Depois tudo o que poderia ter corrido mal, correu...

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Ela poderia ser vacinada na mesma, nomeadamente no hospital. Para mim não faz sentido não ser. A menos que os pais tivessem a ideia que ela iria crescer numa redoma e nunca na vida iria viajar, por exemplo.

      Eliminar
    2. E, não querendo bater mais no ceguinho, há uma irmã que também não está vacinada, e só porque uma era alérgica, não significa que a outra fosse.

      Eliminar
    3. Mesmo tendo feito reação à primeira dose, poderia tomar o reforço em ambiento controlado - hospital. Não é essa reação que a impede de ser vacina, mas sim a vontade dos pais. E sim, as irmãs também não estão vacinadas, por opção, mais uma vez dos pais. As pessoas preferem acreditar em "teorias" saída da internet, em vez de estudos científicos com anos, que se provou erradicaram doenças, como a varíola, por exemplo.

      Eliminar
  9. Se a morte da menina ao menos service para abrir os olhos de quem é anti-vacinação... mas nem assim. Eles continuam a dizer que o problema é que ela já estava doente, e por isso fragilizada, ter ou não a vacina era irrelevante :(
    acho que perdi a pouca fé que tinha na humanidade

    AnaC

    ResponderEliminar
  10. No mundo ideal onde as vacinas não faziam falta porque nem as havia, a esperança média de vida era bem capaz de andar pelos 35/40 anos.
    O que me deixa a rosnar, é que estes anti-vacinas não são pessoas analfabetas da província. São aquilo a que eu chamo os intelectuais analfabetos que se julgam donos de uma sabedoria que os torna superiores aos outros.
    Ainda não há uma semana, li uma notícia de Inglaterra onde um juiz contrariou uma dessas mães sábias e decidiu-se pela vacinação compulsiva da criança.
    Aqui continuamos nas meias-tintas, com uma lei dúbia que só condena alguém que proceda à propagação deliberada de doença contagiosa e deixa ao critério dos imbecis vacinarem, ou deixarem morrer os filhos. E mesmo que a lei condenasse os anti-vacinas, estou mesmo a ver a criança atingir a idade de ir para a tropa enquanto o processo se arrastava de recurso em recurso.
    Bem dizia hoje o pediatra Mário Cordeiro que recusar a vacinação, num país onde há todas as condições para o fazer, é uma afronta às crianças do terceiro-mundo, que morrem com falta de tudo.

    ResponderEliminar
  11. Completamente de acordo S! É tão triste o fim desta jovem, em que os seus pais tomaram uma decisão, que não deveria sequer ter sido escolha. Era direito dela ter sido vacinada. Ponto. E não cabe a qualquer pai tomar uma decisão que vai interferir com saúde pública! Mas está tudo doido? Não consigo perceber. Não consigo mesmo. E ou muito me engano ou estes pais que já estão de rastos pela morte da filha, devem sentir um sentimento de culpa pesadíssimo que os acompanhará para o resto da vida. Lamentável!

    https://jusajublog.blogspot.pt/

    ResponderEliminar
  12. concordo plenamente com tudo o que escreveste... Se bem me lembro, na minha altura de escola, para as matrículas era necessário mostrar o boletim de vacinas actualizado

    ResponderEliminar
  13. Eu sou Educadora e onde trabalho pede-se, no momento em que a criança obtém vaga na instituição, cópia do boletim de vacinas atualizado, bem como declaração médica em como não tem nenhuma doença infecto-contagiosa. Sem isso não pode frequentar a instituição.

    ResponderEliminar
  14. Completamente de acordo, tudo o que possa prejudicar os outros é inaceitável.
    E todas as vacinas deviam ser obrigatórias e gratuitas.

    ResponderEliminar
  15. Na minha época de estudante era obrigatório ter as vacina atualizadas...e penso que deveríamos voltar ao mesmo...


    Isabel Sá
    Brilhos da Moda

    ResponderEliminar
  16. Se podia ser evitado? Claro que sim, mas acho que não nos cabe a nós julgar a decisão destes pais. Foi uma opção, custou uma vida, eles próprios têm a conscienciosa e a dor suficiente, acho que todo o julgamento em praça publica é demais!
    Que isto sirva de lição para todos nós, no entanto acho que os pais que optam por essas opções não são nem piores nem melhores que os outros.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Os pais fazem o que acham melhor. A questão é: deve deixar-se os ignorantes colocar em risco a saúde pública de todos e a saúde dos próprios filhos? O superior interesse da criança e da sociedade não deve prevalecer?
      A mim não me admira que com a desinformação que existe e as teorias estupidas e não comprovadas se propaguem. O que me admira é não haver quem proteja a saúde pública como um todo.

      Eliminar
    2. Sou totalmente a favor da vacinação mas surge uma dúvida: de que forma se pode obrigar um pai que não acredita na vacinação como sendo o melhor para o filho a vaciná-lo?

      Eliminar
    3. Informando-o. O problema de quem não acredita na vacinação é que leram e ouviram coisas que os fizeram olhar de lado para as vacinas, e pondo-se a pesquisar, pesquisam apenas o perigo que estas são em vez de procurar as vantagens também. E depois encontram informação (muitas vezes errada como os grupos que ainda hoje defendem que as vacinas causam autismo mesmo já tendo sido provado que o estudo que gerou este mito era falso) e ganham ainda força nas suas ideias de que as vacinas são más.
      Nós, que acreditamos que as vacinas são boas, provavelmente sabemos mais delas e das suas vantagens para não ficarmos convencidos ou com dúvidas quando alguém nos diz que estas fazem mal. Por isso, a ideia passaria por aí: informar bem os pais para que estes não caiam na ignorância de acreditar naquilo que não devem.

      Eliminar
    4. Tornando ilegal não o fazer e puni-los com multas pesadas. Proibir a frequência em escolas, atl´s e demais actividades extra-curriculares a qualquer criança não vacinada e fazer vacinação compulsiva. Obrigar todos os pais que não vacinem a pagar professores particulares que leccionem em casa de modo a evitar possíveis contágios, entre inúmeras outras coisas.

      Em caso de recusa completa de tratamentos em Portugal o superior interesse da criança sobrepõe-se a tudo: religião, crenças dos pais, estupidez dos mesmos, etc.
      Já presenciei a um caso onde foi basicamente dito aos pais que ou deixavam a criança levar a transfusão e cumpriam com tudo o que era indicado (nomeadamente irem ao hospital com a criança sempre que necessário) ou já não saíam do hospital com a criança pois já havia uma procuração passada por um juiz a retirar-lhes os poderes de decisão sobre a saúde dos filhos. E a criança já nem sequer saía do hospital sem dar inicio aos tratamentos.
      Basicamente os pais estavam a colocar em risco a vida da criança e isso não seria admitido. Porque é que havemos de admitir que os anti-vacinação o façam e que ainda por cima coloquem em causa toda a saúde pública?

      Eliminar
    5. Não estou familiarizada com o conceito de vacinação compulsiva mas sou mais a favor de apostar na informação em detrimento do isolamento total das famílias que decidem não vacinar. O certo é que, estando em causa a saúde pública, é necessário fazer alguma coisa que, efetivamente, solucione o problema. E, claro que a saúde da criança e de todas as crianças em primeiro lugar e, nisso, nem os pais podem mexer... Confesso que toda esta situação me causa sentimentos confusos. Não consigo imaginar outra solução que não seja trazer este tema a um debate sério e informar, de facto, todos os pais, sobre os benefícios e os riscos da vacinação e da não vacinação. Nem um segundo de dúvida tive na hora de vacinara s minhas filhas mas confesso que confiei sempre nos médicos sem procurar uma informação aprofundada. Provavelmente existem pais que precisam de mais informação e é preciso que ela seja disponibilizada.

      Eliminar
    6. Eu não sou contra a informação, acho que ela é essencial, no entanto, existem sempre pessoas que são incapazes de analisar os dados cientificos.
      Por exemplo aquele médico que veio dizer que não vacina os filhos porque não há nada que comprove que cause autismo mas também não há provas que não cause. Também não há provas que as vacinas não causem o aparecimento de unicórnios a voar e que transformem os nossos filhos na fada sininho que nos leve à terra dos sonhos... certo? Ou seja, ele é um tipo de pessoa que é incapaz de compreender factos cientificos apesar de ser médico e supostamente até ser uma pessoa inteligente. As pessoas quando entram com factores emocionais tornam-se irracionais. O médico em questão é um bom exemplo disso, ou isso ou no curso de anestesista que tirou não aprendeu nada sobre a vacinação e menos ainda sobre saúde mental.
      O médico que inventou a ligação entre autismo e vacina queria enriquecer à conta da própria vacina alternativa que inventou, teve de se retratar perante toda a comunidade cientifica e suicidou-se uns anos depois quando o neto morreu de uma doença que não teria tido se fosse vacinado. Mas este senhor médico vai aos EUA porque eles até são um bom exemplo no que concerne os dados cientificos...até é lá que ainda é permitida terapia de choque para tratar os homossexuais... ou seja, nos EUA basicamente tudo é permitido e há malucos para tudo. Principalmente malucos que se baseiam em tudo menos na ciencia para fazerem a pseudo-ciencia.

      A informação tem de ser realmente transmitida mas por pessoas isentas. E a meu ver a transmissão de informação não impede a vacinação obrigatória. Não acho justo que sejam colocados em risco todos os recém-nascidos deste país, todas as crianças, adolescentes e adultos com alergias às vacinas pela estupidez e imbecilidade alheia. Um pai ao optar pela não vacinação não está a decidir sobre si, está a colocar em risco a saúde e vida dos próprios filhos assim como de toda a comunidade.
      Se querem viver em sociedade têm de fazer parte da mesma e contribuir para a saúde pública, caso não queiram a meu ver o isolamento total é a única via para garantir que essas crianças que são potenciais sentenças de morte para outras pessoas têm contacto com o menor número possível de cidadãos. Além disso, crianças não vacinadas que viagem ou saiam do país nunca deveriam regressar ao país sem um periodo de 20 a 40 dias de quarentena num local isolado e controlado: são o maior risco para a propagação de doenças que não existem no país.

      Eliminar
    7. Anónimo das 15h11, é muito isso... se vamos duvidar de tudo o que não foi provado, damos em loucos!!

      Eliminar
  17. Não é uma minoria, S*, não é uma minoria. Mesmo que o seja em números, a partir do momento em que já reacendeu focos de doença que estavam dadas como erradicadas e em que já morreu alguém disso, deixou de ser uma minoria.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. É mesmo isso. Desta vez foi o sarampo, será que voltamos a ter varíola, poliomielite, etc?

      Eliminar
  18. Não podia concordar mais. Que razão existe que poderá impor-se à saúde e vida de um filho?

    ResponderEliminar
  19. Concordo plenamente com tudo o que disseste.. de tudo o que li é o que mais concordo até agora. Cada um é livre à sua maneira mas há coisas... não, a vacinação é necessária!

    ResponderEliminar
  20. Os pais que são anti-vacinas são irresponsáveis que para além de não pensarem nos outros, não pensam, principalmente, nos filhos!

    ResponderEliminar
  21. É uma questão polémica que deixa muita gente em polvorosa. Eu sou absolutamente da mesma opinião que tu. Não consigo compreender como podem optar por uma coisa que põe os próprios filhos em risco... ultrapassa-me!

    ResponderEliminar